Areeiro escavado quase até ao leito da estrada forçou o corte ao trânsito do Nó de Rio Maior do IC2 em 12 de maio de 2016.
No dia 12 de maio de 2016, a Infraestruturas de Portugal cortou ao tráfego rodoviário o Nó de Rio Maior do IC2, por não estar assegurada a estabilidade do talude junto ao ramo de ligação daquele Itinerário Complementar à antiga EN1, situação que se mantém até hoje, 16 de julho, portanto há mais de 2 meses.
Nas atuais circunstâncias, a alternativa para aceder à cidade de Rio Maior a partir do IC2 é pelo Nó de Asseiceira, no sentido Alcoentre/Rio Maior, e pelo nó do Alto da Serra, para percursos no sentido Leiria/Rio Maior.
O areeiro existente ao lado daquele sector do IC2 foi escavado quase até à estrada e é possível que eventuais chuvas persistentes, como de resto já aconteceu, contribuam para acelerar a degradação do talude.
Na opinião de vários riomaiorenses, a reparação do referido troço do IC2 terá que passar pela construção de um paredão de grande altura e assente em terreno firme a encontrar abaixo das areias, o que provavelmente sairá muito mais dispendioso do que abrir ao trânsito o nó de Vale de Óbidos, que nunca chegou a entrar em funcionamento deixando a cidade de Rio Maior “isolada” mas à vista a sensivelmente 1 km de distância do “seu” itinerário complementar…
Na reunião de Câmara de 13/5/2016 esta necessidade/possibilidade, de satisfação há muito ansiada, até pelo que pode representar para o incremento da vida local, foi aflorada. E há quem simpatize com a ideia de a Câmara Municipal “chegar-se à frente”.
Entretanto, Asseiceira vai aguentando o trânsito desviado pelo corte do Nó.