Consternação com degradação em Rio Maior

O assunto vem à baila nas conversas corriqueiras no café, lá em casa ou onde calha, com frequência. Quem nos visita também não se coíbe nos reparos à degradação visível, e com razão. Os prédios degradados dão péssima imagem à cidade, poluem o ambiente visual, enfim incomodam, mas mais do que isso, começam a ser um perigo.

Não sendo a primeira vez que a situação é abordada pelos eleitos municipais, não é vulgar fazerem-no mas há umas semanas a vereadora Célia Flores (PS), manifestou a sua preocupação pelo facto de alguns desses edifícios estarem em tal estado de ruína que ameaçam… ruir mesmo. “Não é que (o estado em que estão esses edifícios) seja da responsabilidade da autarquia mas à autarquia cabe assegurar uma boa imagem à cidade” , ponderou o seu camarada de partido, Carlos Nazaré Almeida, questionando se não será possível sensibilizar os proprietários de “instalações fabris degradadas, como a Basmaior” , entre a Rua António Barata e a Av. Mário Soares, em zona central da cidade, que do ponto de vista industrial “não têm viabilidade de recuperação, estão mesmo degradadas, caiem a qualquer momento” e são “um antro de outro tipo de actividades, drogas e afins, coisas esquisitas que se passam ali, esconderijos de meliantes” , para a demolição das mesmas.

Este é o ‘cartão de visitas’ da cidade, na Av. Mário Soares; fica defronte do Modelo/ Continente e na artéria que dá acesso ao Pingo Doce, ao Pavilhão Multiusos (o das Tasquinhas e da Frimor, e do Centro de Negócios e Inovação de Rio Maior) e mais adiante à Escola Superior de Desporto, à Escola Profissional, ao Estádio Municipal, ao Centro de Alto Rendimento de Natação, às Salinas de Rio Maior...

Este é o ‘cartão de visitas’ da cidade, na Av. Mário Soares; fica defronte do Modelo/ Continente e na artéria que dá acesso ao Pingo Doce, ao Pavilhão Multiusos (o das Tasquinhas e da Frimor, e do Centro de Negócios e Inovação de Rio Maior) e mais adiante à Escola Superior de Desporto, à Escola Profissional, ao Estádio Municipal, ao Centro de Alto Rendimento de Natação, às Salinas de Rio Maior…

“Eventualmente, até talvez a CMRM pudesse participar e ajudar nessa demolição ou no transporte dos materiais, porque o interesse público é visível” , alvitrou defendendo que “a imagem da cidade melhora se aquele espaço ficar limpo enquanto aguarda a fixação de outra actividade que há-de aparecer em tempos melhores” .

Carlos Frazão Correia (PSD) referiu que no quadro da reabilitação urbana tem sido feito o levantamento dos edifícios degradados, que vão reforçar a informação dada às pessoas potencialmente interessadas na sua reabilitação e que relativamente à ex-Basmaior os actuais proprietários já mostraram abertura para a demolição estando de momento a tratar da divisão da sociedade.

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4 Comentários

  1. Ricardo Frazao diz:

    Isso nao e a antiga Basmaior??? Que vaiam ter com OS donos zu antigos donos dela ou nao sabem quem eram?? Eles devem ter muito dinheiro pois ficaram a dever muitos ordenados aos empregados que la trabalharam !!!Ou ja nao SE lembram disso !!???

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    • jaime silva diz:

      Verdade. Ficaram a dever muito dinheiro aos empregados, onde me incluo, mas com tanta mafia, e desvios que fizeram, acabou tudo triste.
      E para onde foi o dinheiro da venda? O administrador judicial alguma vez explicou isso?

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  2. ricardo frazao diz:

    Carga de chulos que nunca prestaram declaracoes a ninguem e continuam a ser uns senhores EM Rio Maior com OS dinheiros que ficaram a dever aos empregados e AS trafulhices que fizeram e ainda fazem !!!

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  3. Joana Silva diz:

    Se lhe cobrassem uma multa avultada a cada mês de atraso de demolição ou reabilitação do espaço, com toda a certeza que os donos ou ex-proprietários já tinham mexido as mãos… mas como vivemos num concelho de interesses e amizades entre "pessoas poderosas"… acaba por ninguém fazer nada e e passa tudo por bonitinho, como se não acontecesse nada.

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