Francisco Pascoal apresentou a sua candidatura à Câmara Municipal de Rio Maior pelo Bloco de Esquerda.
Da esquerda para a direita, Francisco Pascoal, cabeça de lista à Câmara, Luís Bento, cabeça de lista à Assembleia Municipal e Orlando Gonçalves, cabeça de lista à Assembleia de Freguesia de Rio Maior.
“«Democracia e progresso, sem medos!» é o nosso lema e é o que nós queremos trazer para Rio Maior”, afirmou Francisco Pascoal, 20 anos, cabeça de lista do Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de Rio Maior, no seu discurso de apresentação pública, em 6/8/2017, ao fim da tarde, na sede local do partido.
É, disse, “uma candidatura com novas ideias e uma nova visão” e explicou porquê afirmando quererem trazer para Rio Maior “mais defesa dos interesses públicos” e uma “capacidade de fazer frente aos interesses políticos já instaurados”.
Apresentando as candidaturas do BE como uma “verdadeira alternativa de esquerda que vai ser capaz” – exemplificou – “de bater o pé e insistir para se parar com os aumentos brutais da conta da água e acabar com as desculpas esfarrapadas” que os procuram justificar.
Assumindo acreditarem na democracia e pretenderem valorizá-la, o candidato declarou lutarem por uma “democracia sem preconceitos em que toda a gente consegue intervir, em que as pessoas não têm receio de fazerem ativamente parte”.
A defesa dos interesses públicos e da classe trabalhadora serão as grandes prioridades da candidatura concelhia do Bloco de Esquerda. No que respeita aos trabalhadores, Francisco Pascoal sublinhou que o emprego com dignidade não é uma regalia mas sim “um direito conquistado pelos trabalhadores com o apoio dos partidos de esquerda, passados muitos anos e muita luta”.
O candidato chamou a atenção para a necessidade de combater o desemprego, sendo que para isso é necessário que Rio Maior aposte muito mais em formações profissionais para que as pessoas possam aspirar a ter mais e melhores empregos.
Outro aspeto que sublinhou e merece a atenção da sua candidatura é o progresso, mas tido como “muito mais do que o progresso económico”, porque “o progresso económico e o progresso laboral são muito importantes mas não são suficientes. Nós queremos também que haja progresso social, cultural e das ideias”.
Ato contínuo Francisco Pascoal passou a questionar a assistência sobre matérias “desconfortáveis” mas que entende que devem ser colocadas.
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