A pergunta é do Movimento Ar Puro que reclama esclarecimento público…
Em Maio deste ano, o Movimento Ar Puro endereçou à presidência da Câmara Municipal de Rio Maior um pedido de esclarecimento público sobre a situação das lagoas do Areeiro de Rio Maior.
Agora, segundo este movimento cívico, passados que estão 2 meses sem nada ter sido esclarecido, “continua-se a avançar a passos largos com a destruição das lagoas, devido a obras de terraplanagem”.
Movimento Ar Puro – “continua-se a avançar a passos largos com a destruição das lagoas, devido a obras de terraplanagem” .
O movimento ecologista riomaiorense voltou á carga esta semana, enviado à Câmara Municipal e também a outras entidades responsáveis pela protecção do ambiente e pelo ordenamento do território, nova missiva a denunciar a situação.
Entre acusações de “falta de transparência” e “ausência de justificações” para com a população riomaiorense, o movimento aproveita para lembrar as mais-valias que aquela zona tem representado no passado recente da cidade, bem como o seu potencial nas vertentes do turismo e economia local.
O Movimento Ar Puro, relembra que aquela é uma “área especial de recuperação ambiental”, de acordo com o estabelecido pelo PDM de Rio Maior, questionando em seguida “qual o plano da CMRM relativamente à Recuperação Ambiental daquela zona massacrada pela exploração de areias”, e se “a Câmara Municipal de Rio Maior pretende cumprir o seu próprio «Plano Estratégico de Desenvolvimento» que tão recentemente aprovou?”
O Movimento Ar Puro, relembra que esta é uma “área especial de recuperação ambiental” .
Foram também endereçadas algumas questões à Administração da Região Hidrográfica do Tejo e Oeste, integrada na Agência Portuguesa do Ambiente, e à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, sobre o conhecimento que estas entidades têm da situação e respectivas fiscalizações.
Não perca o desenvolvimento desta notícia, na edição em papel (nº 1346) de 18 de Julho do seu semanário favorito.