Ministro Paulo Macedo mantém silêncio.
“O silêncio do ministro não afecta apenas os autarcas das várias cores políticas – o PS, o PSD e a CDU –, mas também as duzentas mil pessoas que são servidas pelo Hospital Distrital de Santarém e os vários serviços de saúde” , criticou há dias Isaura Morais. A presidente do município riomaiorense, que falava na última reunião de Câmara, fazia o ponto de situação das démarches efectuadas pela CIMLT – Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo, para tentar encontrar junto de Paulo Macedo, acolhimento para a minorar os problemas que afectam o sector na região, como sejam os do Centro de Saúde Dra. Maria Laudelina Barbosa (Rio Maior) ou os do próprio Hospital Distrital de Santarém.
Entretanto foi agendado um pedido de reunião à directora do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) da Lezíria do Tejo, Diana Leiria, tendo em vista a concertação de posições nesta matéria entre o Agrupamento e os 9 municípios da CIMLT abrangidos: Almeirim, Alpiarça, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Golegã, Rio Maior, Salvaterra de Magos e Santarém. A CIMLT tem ainda outros dois concelhos associados mas que não integram o ACES da Lezíria do Tejo, tratando-se de Azambuja e Benavente.
Independentemente dessa reunião, Diana Leiria, empossada há pouco tempo, visitará cada município para se inteirar in loco da situação aí vivida.