Catarina Abreu apresenta o seu livro «Os Caçadores de Mistérios – a Mata Misteriosa» na sua cidade – Rio Maior.
É já no próximo dia 17, sábado, que a autora de apresenta a sua obra de literatura infantojuvenil, na Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Laureano Santos, às 16h00.
Catarina Abreu convida o público em geral e em especial professores, educadores, alunos, pais, avós, enfim, todos os que apreciam literatura infantojuvenil e apoiam o incentivo à leitura pelos mais jovens, a estarem presentes no lançamento do seu primeiro livro da coleção «Os Caçadores de Mistérios».
Nesta primeira aventura, seis amigos (Sérgio, Rita, Alexandra, André, Beto e Carlota), com idades compreendidas entre os nove e os catorze anos (André e Rita são os caçulas) pensavam que iam passar umas pacatas e aborrecidas férias numa aldeia alentejana, em casa da avó de Beto (numa pequena quinta), mas enganaram-se.
Desde que chegam à aldeia, depois de uma viagem de comboio e outra de carroça, começam logo a ouvir histórias e boatos, que aparentemente nada têm em comum mas que, estranhamente, acabam por se ligar entre si.
Nesta aventura os jovens heróis vão encontrar:
- uma bruxa que percorre a mata;
- um biólogo suspeito,
- um pintor,
- uma louca amazona juvenil;
- uma lenda de uma história de amor impossível;
- uma fábrica de curtumes,
- uma obra (de um complexo turístico grandioso) amaldiçoada por acontecimentos noturnos estranhos;
- e ainda um bando de criminosos.
Também ficam a conhecer factos históricos relacionados com as invasões francesas no Séc. XIX e a sua influência ali no Alentejo, que também são importantes para completar o “puzzle” do mistério que investigam.
Que poderão ter em comum todos estes factos e pessoas? Os seis amigos vão encontrar essa resposta na mata misteriosa. Além de desvendar e interligar todos os mistérios, estes jovens e os seus amigos vão ter de enfrentar uma quadrilha perigosa, ação sempre dificultada pela condição física de Beto, que é paraplégico e desloca-se numa cadeira de rodas.
Contudo, Beto é também o mais persistente e um dos mais engenhosos do grupo (só batido por André), provando constantemente que a sua limitação física não o impede de chegar onde quer ou de atingir os objetivos a que se propõe.
É esse o lema do grupo: seguir em frente, ultrapassando os obstáculos, um de cada vez, nunca desistindo, mesmo quando as pistas não os conduzem de imediato ao caminho certo. Funcionam como uma equipa, sempre juntos e procurando respostas que os levem à verdade.
Uma aventura cheia de peripécias divertidas, bem como perigosas e arrepiantes. E é só a primeira de muitas… – descreve a autora de Rio Maior.