Secretário de Estado da Administração Interna apresentou PLANOP de Santarém, hoje em Rio Maior.
Como o jornal Região de Rio Maior avançou a 8/4/2016 em www.regiaoderiomaior.pt/secretario-de-estado-da-administracao-interna-em-rio-maior/ , com chamada no Facebook, o secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, veio na última quarta-feira, dia 13, a Rio Maior, apresentar o Plano Operacional Distrital de Santarém (PLANOP), no âmbito do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF/2016).
A apresentação, que decorreu no auditório do Centro de Estágios e Formação Desportiva contou com a presença da presidente do Município, Isaura Morais, que deu as boas-vindas aos participantes, outros autarcas quer do concelho quer de outro pontos do distrito, especialmente aqueles com pelouros da Proteção Civil, o presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil major-general Grave Pereira e o comandante operacional nacional e o distrital, respetivamente José Moura e Mário Silvestre.
Isaura Morais incidiu a sua atenção na necessidade de serem criadas, pelo Governo, condições legais e financeiras que permitam aos corpos de bombeiros dotarem-se dos meios necessários ao cabal cumprimento das suas competências, recorrendo a fundos europeus do Quadro de Referência Estratégico Nacional o qual por estes dias se vai desenvolvendo no âmbito da parceria Portugal 2020 estabelecida entre o nosso país e a Comissão Europeia, acreditando a autarca que a comparticipação nacional nesse esforço em prol da proteção civil será assegurada pelos municípios.
Os PLANOP, a par de toda a sua minúcia no respeito por princípios de maximização da eficácia das ações a empreender durante o estio, têm como escopro – a ponto de o secretário de Estado frisar ser preferível ficar-se com 10 000 hectares ardidos a perder-se um só homem.
Em 2016, para fazer face à chamada época de incêndios, estão previstos 9 708 operacionais apoiados em 2 043 viaturas e contando na fase crítica – a Fase Charlie (1 de julho a 30 de setembro) –, com 47 meios aéreos entre aviões e helicópteros, sem prejuízo de ao longo de todo o ano assegurar em permanência uma resposta operacional adequada e articulada dos meios de proteção e socorro a cada situação.