Maio, mês do cinquentenário da Igreja Matriz de Rio Maior.
A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Rio Maior.
A Igreja Matriz de Rio Maior, dedicada a Nossa Senhora da Conceição, padroeira desta terra, está prestes a completar 50 anos de existência. Foi inaugurada em 26 de maio de 1968 pelo cardeal patriarca de Lisboa na época, D. Manuel Gonçalves Cerejeira.
O projecto de arquitetura, assinado pelos arquitetos José Bruschy e José Zuquete, resultou no edifício de linhas arrojadas para meados do século passado, de que a cidade de Rio Maior se pode orgulhar: um templo amplo, moderno e com ótima acústica.
Para a materialização desta obra tiveram papel decisivo o cardeal patriarca de Lisboa, que queria ver Rio Maior dotado de um templo que correspondesse às reais necessidades dos paroquianos, uma vez que a bonita e antiga Igreja da Misericórdia já há muito seria exígua para a comunidade, e o padre Armando Delgado Marques, pároco da freguesia de Rio Maior desde 1 de janeiro de 1960, a quem o cardeal Cerejeira encarregou de impulsionar a construção no terreno.
O altar-mor da Igreja Matriz de Rio Maior.
A primeira pedra deste templo tinha sido lançada em 30 de abril de 1961.
Para o sacerdote, na altura ainda jovem – tinha 32 anos de idade –, oriundo da vizinha Ribafria, na freguesia alcobacense da Benedita, a construção da Igreja Nova, como os mais antigos ainda lhe chamam, terá sido a obra da sua vida. O padre Armando Delgado Marques esteve em Rio Maior até 1981, altura em que foi colocado no Entroncamento pelo bispo da Diocese de Santarém, D. António Francisco Marques, com a incumbência de aí impulsionar a construção de uma nova igreja local.